segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

6 Módulo 3 - Atividade 4


Reflita sobre a importância de promovermos uma postura assertiva perante a tentativa de intimidações, humilhações e outros ataques. Como podemos ajudar os nossos filhos e/ou alunos a desenvolver essa competência?

6 comentários:

  1. Acredito que boa parte dos nossos problemas advém da falta de auto controle emocional. Tanto de agressores como em agredidos esse auto controle deve ser trabalhado. Muitas vezes alunos agressores sofrem agressões emocionais em casa em não sabem como lidar com isso e acabam por transmitir esse sentimento ao próximo. Acredito que pais e educadores devem buscar uma união no sentido de identificar esses alunos e estimular o auto controle emociona. Dinâmicas, conversas, terapia, tudo deve ser realizado e estimulado afimde que crianças e jovens aprendam e conigam esse auto controle. Grande parte do problema tambéme está relacionado ao fato de pais e professores não possuírem esse autocontrole. Acabam por explodir, dizer o que não deve e agredir verbalmente e emocionalmente e dessa forma as criança e jovens acabam por repetir o padrão de comportamento. Acredito portanto, que devemos nós ter esse posiciomamento primeiro para posteriormente exigir isso deles. Os que já possuem podem assim estimualra essa competência através de dinâmicas, jogos, e encaminhar determinados alunos ao apoio pedagógico.

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  2. Boa tarde!
    Como seres humanos somos emotivos por natureza. Precisamos de trabalhar mais as emoções e sabe-las adequar aos diferentes contextos com que nos deparámos.
    Um ambiente familiar saudável, onde os pais ouvem os filhos e os filhos falam com os pais ajuda imenso. A família deve ser o berço principal para a procura de soluções na assertividade de conflitos.!

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  3. A postura assertiva que é o enfoque deste tópico poderá em alguns casos resultar do próprio feitio e forma de ser de um indivíduo, que consegue através da voz, fisionomia e postura corporal resolver as situações de forma calma, ponderada e que os outros a aceitem. Nas restantes pessoas, que serão a maioria, esta competência terá que ser treinada, seja através de ações de formação na área da performance dramática teatral ou de melhoria profissional no contacto inter-pares. Um professor, funcionário ou mesmo aluno que seja assertivo, que consiga incutir nos outros a razão e a sua forma de ver o mundo poderá ter maiores argumentos e hipóteses de não ser vítima de bullying. porque também aqueles que melhor preparados deveriam estar para lidar com estae fenómeno dele são alvo. Conheço colegas que não mantêm uma postura física que os alunos respeitem, não têm colocação de voz que lhes permita alternar entre um tom normal e uma repreensão. Há que ter consciência que se nos dotarmos dessas capacidades poderemos incutir uma maior força moral também às nossas crianças.

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  4. O colega José Martins já focou a questão da família. Se houver uma família funcional, que percecione os problemas dos jovens, que consiga ter uma conversa diária com os seus filhos, se se interessar pelas suas atividades escolares e sociais terá sido dado um primeiro passo para amenizar o problema. Julgo que uma família não precisa de ter pais tirânicos para se imporem aos filhos, apenas dispôr de uma certa dose de bom-senso, assertividade na forma como se relacionam com os jovens e se lhe dirigem (impôr regras mas explicar a razão da sua existência e a sua funcionalidade)e também alguma criatividade para resolver algumas pequenas questões diárias que os jovens encontram. Um E.E. deverá ter noção do que fazia na sua juventude e tolerar alguns comportamentos instáveis embora encaixando-os num panorama geral de controlo.

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  5. Na minha opinião uma postura assertiva é essencial em qualquer relação familiar e social. Em situação concreta de intimidação, de humilhação e de violência, a assertividade ganha enorme força, pelo que devemos ter sempre presente a necessidade de reforçar positivamente esse comportamento, quer enquanto pais, quer na nossa atividade profissional.

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  6. É dever de todos nós, como pais e educadores termos uma postura assertiva perante situações de intimidação ou de qualquer outro tipo de violência com as nossas crianças.Reconhecer a familia como uma estrutura essencial à vida humana é deveras importante. É no seio da família que os jovens deveriam procurar o apoio que necessitam consoante as diversas situações, é ela o principal núcleo da sociedade, mas, no entanto, verificamos por vezes que existem muitos conflitos entre os seus elementos. Alguns destes problemas associam-se muito à falta de dinheiro, à falta de interajuda e de diálogo, à demasiada ocupação dos seus elementos, ao excesso de televisão, internet e outros meios de entretenimento. Muitas vezes a situação complica-se ainda mais se houver conflitos de gerações.
    Defendo que a assertividade é fundamental para que determinadas situações não ganhem tanta força,para que haja uma diminuição de impulsos/atitudes explosivos. É em casa que se devem ter atitudes de reflexão que podem evitar os conflitos e incentivar a harmonia familiar e social. Na escola, o trabalho é de continuidade, pois as boas e as más atitudes e comportamentos de cada um reflete-se não só nas suas vidas como nas dos outros que os rodeiam. Todas as atividades realizadas nas escolas nas diversas áreas disciplinares ao longo do ano letivo (ex. participação em atividades desportivas, concursos, Festa dos Valores, entre outras) promovem esta postura defensora de violência. Todas as atividades que promovam a frase "Viver é conviver" são bem vindas.

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